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HMA amplia oferta de medicamentos para pacientes com doenças autoimunes

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Pacientes recebem infusões em ambiente monitorado e com supervisão de equipe especializada, um marco importante para o manejo de doenças crônicas complexas

Já estão disponíveis no Hospital Municipal de Araguaína (HMA) tecnologias terapêuticas atualizadas para os pacientes com doenças inflamatórias intestinais, como doença de Crohn, retocolite ulcerativa e outras condições imunomediadas.

Os medicamentos administrados no HMA, sob gestão do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), com apoio da Secretaria Municipal da Saúde, têm como foco os quadros mais graves, segundo explica a Dra. Kaoma Vaz, gastropediatra e membro da equipe multidisciplinar de terapia nutricional do HMA.

“O imunobiológico é uma alternativa que temos quando o tratamento convencional não promove remissão e o paciente está tendo uma piora significativa na qualidade de vida”, afirma. 

A médica informa que, além de terem um alto custo, o acesso aos medicamentos precisa ser feito mediante pedido médico à assistência farmacêutica do Estado. É um trâmite técnico e burocrático, realizado após a avaliação e indicação por um especialista.

“O médico que acompanha o paciente via ambulatório faz toda a documentação e abre um processo para a solicitação do imunobiológico. Quando atendido, o medicamento chega ao hospital para ser administrado”, complementa.

Além das doenças gastrointestinais, crianças com quadros reumatológicos também recebem doses do medicamento, administradas no HMA, e são acompanhadas por um médico da especialidade.

Avanços na qualidade de vida

A Dra. Kaoma revela que ter condições de ofertar esse padrão de terapia aos pacientes via Sistema Único de Saúde (SUS) é uma realização. “Como gastropediatra, esses avanços representam um marco no acesso às alternativas de tratamentos mais tecnológicos que temos e que podemos usar quando há um comprometimento importante do paciente”, pontua. 

Como exemplo, a médica cita o caso de uma criança de 11 anos, com doença inflamatória intestinal, que teve o tratamento convencional associado ao imunobiológico. “É um paciente com diagnóstico tardio da doença de Crohn que estava com comprometimento nutricional, úlcera em íleo e cólon, e fístula perianal. Fizemos a solicitação da medicação e, hoje, ele tem mais qualidade de vida, apresentando melhora significativa e remissão da doença”, conclui.

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