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Vacinação, lavar as mãos e tratar a água são medidas essenciais para evitar ou minimizar o impacto da gastroenterite; em 2024, foram registrados mais de 6,5 mil casos da doença. (Foto: Freepik)

PAI de Araguaína registra aumento nos casos de gastroenterite em crianças

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Vacinação, lavar as mãos e tratar a água são medidas essenciais para evitar ou minimizar o impacto da gastroenterite; em 2024, foram registrados mais de 6,5 mil casos da doença

A gastroenterite é uma infecção no aparelho digestivo que afeta principalmente bebês e crianças menores de cinco anos. Em 2024, o Pronto Atendimento Infantil (PAI), sob gestão do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), registrou 6.588 casos da doença. E em janeiro deste ano, foram atendidos 483 casos, um aumento de 20% em comparação com o mesmo mês no ano anterior, quando foram contabilizados 402 casos.

A doença é causada por vírus, bactérias ou parasitas e provoca vômitos, diarreia, dor abdominal e, em alguns casos, febre. Contudo, de acordo com a Dra. Elaine Barros de Alencar Costa, médica pediatra e coordenadora do PAI, a desidratação é o sintoma mais preocupante.

“A gastroenterite pode ser tratada em casa, mas a perda de líquidos devido aos vômitos e diarreia pode levar a um quadro grave de desidratação. É essencial ficar atento a sinais como boca seca, choro sem lágrimas, moleira funda e cansaço excessivo. Ao identificar esses sintomas, é importante iniciar a hidratação com soro caseiro ou soluções de reidratação oral e buscar atendimento médico”, orienta a pediatra.

Se a criança apresentar os sintomas, os pais devem levar até a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para uma avaliação inicial. E nos casos de piora repentina, como vômitos incontroláveis ou sinais de desidratação, o PAI está preparado para oferecer atendimento especializado.

Comportamentos de risco

A gastroenterite é altamente contagiosa, mas pode ser evitada com medidas simples. Além disso, a vacina contra o rotavírus é uma forma eficaz de prevenir os casos mais graves da doença.

“A prevenção começa com a higiene. Lavar as mãos com água e sabão, higienizar alimentos e evitar o contato com pessoas infectadas são medidas essenciais”, reforça a médica.

Entre os principais comportamentos de risco estão não lavar as mãos antes de comer ou após usar o banheiro, consumir alimentos mal lavados ou mal cozidos, beber água não tratada e levar as mãos à boca após tocar em superfícies contaminadas.

Tratamento recomendado

Ao identificar os sintomas de gastroenterite, é essencial acompanhar a evolução do quadro, oferecendo hidratação com água filtrada, água de coco ou soro caseiro, e observar se há melhora nos sintomas. 

O tratamento inclui repouso e uma dieta leve, e pode ser feito em casa desde que a criança continue ativa e com aparência saudável. Em casos mais graves, a internação pode ser necessária para a criança receber a hidratação com soro diretamente na veia.

“A maioria das crianças se recupera em poucos dias, mas é crucial seguir as orientações médicas para evitar complicações. E se as complicações surgirem, o PAI funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, na Rua das Tulipas, bairro Jardim das Flores, e é referência em urgência e emergência pediátrica na região”, ressalta a Dra. Elaine.

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