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No AME, todo cidadão araguainense pode se consultar com especialistas via encaminhamento da Regulação Municipal, após passar por uma UBS; veja como funciona
Uma unidade de saúde pública de qualidade também é medida pela quantidade de serviços que oferece à população. Em Araguaína, o Ambulatório Municipal de Especialidades (AME), gerido pelo Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), é uma dessas unidades, oferecendo consultas em mais de 10 especialidades para os casos de média complexidade.
“O AME é um tipo de unidade que chamamos de ‘portas fechadas’, ou seja, o paciente precisa vir encaminhado por outra equipe, no caso da Unidade Básica de Saúde (UBS), que também é conhecida como postinho”, explica Juliana Barros Figueredo, gerente administrativa do AME. “Uma vez solicitado, esse encaminhamento vai para a Regulação do Município, que faz o agendamento do paciente e o encaminha para a nossa equipe, aqui no AME”, complementa.
Portanto, para chegar ao atendimento especializado no ambulatório, o paciente precisa, primeiramente, acessar a “porta de entrada” que é a UBS, além de manter o cartão SUS atualizado e com domicílio em Araguaína.
“O paciente com acompanhamento periódico com os especialistas do AME sempre será orientado a procurar a UBS para o contato com regulação e outras necessidades. O importante é entender que esse paciente chega ao AME por encaminhamento do postinho e permanece na rede, pela intermediação do postinho também”, acrescenta a gerente.
Agendamento e continuidade do tratamento
Atualmente, o AME conta com 13 especialidades disponíveis para atender a população: Cardiologia, Cirurgia Pediátrica, Dermatologia, Endocrinologia, Gastroenterologia, Neurologia, Ortopedia, Otorrinolaringologia, Pediatria, Pequenas Cirurgias, Pneumologia, Psiquiatria e Reumatologia.
Segundo Juliana, o paciente que inicia o atendimento no AME também tem suporte de agendamento de exames e a continuidade do tratamento ambulatorial ou direcionamento para outros serviços de tratamento contínuo, conforme o diagnóstico, como é o caso dos tratamentos oncológicos, para pacientes renais crônicos, entre outros.
“Aqui nós recebemos o paciente que precisa de uma investigação clínica e de exames mais aprofundados para a realização de um diagnóstico. E este cidadão vai receber todo o suporte e orientação, direcionamento e encaminhamento, via interação entre AME e a Regulação Municipal e, quando necessário, estadual”, conclui.



