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Ação ambiental com o apoio técnico do Instituto Tartarugas do Delta teve como objetivo conscientizar sobre a importância do descarte correto de resíduos sólidos
Em alusão à Semana do Meio Ambiente, colaboradores do Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA) e do Anexo II – Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF) participaram de uma importante ação de preservação ambiental na praia da Pedra do Sal, em Parnaíba, com o apoio técnico do Instituto Tartarugas do Delta.
A atividade teve como objetivo sensibilizar os colaboradores e a comunidade sobre a importância do descarte correto de resíduos e do cuidado com os ambientes naturais, especialmente em áreas de grande relevância ecológica, como o litoral piauiense.
“Cada resíduo retirado da natureza representa um passo na direção certa”, destaca Wal França, diretora-geral do HEDA. “É uma maneira concreta de demonstrar nosso compromisso com a preservação ambiental, com nossa responsabilidade coletiva e com o futuro das próximas gerações”, acrescenta.

“Os resíduos que vemos aqui na areia são menos de 1% do que existe no mar”, alerta Rosylana Rocha, presidente da Comissão. “Dentro da unidade, já realizamos diversas ações e, desde a constituição da comissão, já segregamos mais de 10 toneladas de resíduos recicláveis, especialmente papelão, que é destinado à cooperativa local responsável pelo processamento e reciclagem”, enfatiza.
A ação do HEDA e HNSF, sob gestão do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), contou com a participação de 17 pessoas e teve duração de uma hora, entre coleta e triagem. Ao final, foram recolhidos cerca de 50 quilos de lixo da faixa de areia da praia da Pedra do Sal.
“Identificamos diversos resíduos internacionais que chegam através do mar, como garrafas de países diversos”, pontua o Dr. Igor Carvalho, biólogo e médico veterinário. “É fundamental compreender que o resíduo gerado em terra pode chegar a qualquer lugar. E da mesma forma que resíduos de outros lugares chegam aqui, os nossos também são levados pelas águas. A coleta focou principalmente em resíduos plásticos, cordas e redes, que, inclusive, são reaproveitados por artesãos locais”, conclui.



