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Durante o curso de capacitação, agentes do HEDA e HNSF receberam aulas teóricas e práticas sobre protocolos de segurança, inteligência emocional e atendimento humanizado
Se a segurança é uma porta, eles são a chave. O Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA), sob gestão do Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), promoveu o primeiro curso de capacitação voltado para agentes de portaria hospitalar, profissionais que atuam na linha de frente do controle de acesso e atendimento ao público.
A iniciativa é um importante avanço para a segurança e qualidade do atendimento, visando preparar os agentes para atuar com profissionalismo, empatia e eficiência. Assim, garantem um ambiente hospitalar mais protegido e organizado para os pacientes, acompanhantes e equipes de saúde.
Com carga horária de 20 horas, os participantes do HEDA e Anexo II – Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF) tiveram acesso a aulas teóricas e práticas, abordando temas essenciais para a rotina dos agentes, como protocolos de segurança, inteligência emocional na mediação de conflitos, atendimento humanizado e comunicação eficiente.
Ambiente hospitalar mais seguro
A expectativa é que novas turmas sejam formadas em breve, segundo afirma Wal França, gerente operacional do ISAC no Piauí. “O curso de capacitação é importante para a evolução contínua dos profissionais que atuam nas portarias do HEDA e Anexo II, garantindo um ambiente hospitalar com mais segurança, qualidade e respeito aos pacientes e colaboradores”, enfatiza.O curso foi desenvolvido com a participação de especialistas em segurança hospitalar e gestão de atendimento, refletindo o compromisso do HEDA em proporcionar um atendimento cada vez mais humanizado.
“Mais do que um controlador de acesso, o agente de portaria hospitalar é um profissional essencial para a organização do hospital”, destaca o instrutor Egrinaldo Feitosa. “Com essa capacitação, os profissionais estão mais preparados para desempenhar suas funções com eficácia. E também, a valorização dos agentes é um passo importante para a melhoria contínua dos serviços hospitalares”, acrescenta.