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Só no ano passado, as UPAs Benedito Bentes, Santa Lúcia e Trapiche da Barra contabilizaram mais de 2 mil atendimentos; em 2025, o número caiu para 865 casos suspeitos da doença. (Foto: Freepik)

UPAs de Maceió apontam diminuição de atendimentos em casos suspeitos de dengue

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Só no ano passado, as UPAs Benedito Bentes, Santa Lúcia e Trapiche da Barra contabilizaram mais de 2 mil atendimentos; em 2025, o número caiu para 865 casos suspeitos da doença

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Benedito Bentes, Santa Lúcia e Trapiche da Barra, em Maceió, registraram redução significativa no número de atendimentos relacionados a casos suspeitos de dengue. O cenário traz certo alívio para os profissionais de saúde e para a população, mas ainda requer atenção, já que a doença permanece em circulação.

De acordo com dados das três unidades, o fluxo de pacientes com sintomas como febre alta, dores musculares, manchas avermelhadas na pele e dor retro-orbitária (atrás dos olhos), nas especialidades de Clínica Médica e Pediatria, diminuiu em comparação ao pico registrado no ano passado. 

Em 2024, entre os meses de janeiro a setembro, as unidades somaram 2.012 casos suspeitos de dengue, enquanto, em 2025, no mesmo período, foram notificados 865 casos, totalizando uma redução de 56,9%. Confira o quadro abaixo.

Casos suspeitos de dengue UPA

Benedito Bentes

UPA
Santa Lúcia
UPA

Trapiche da Barra

Total
01/01/2024 a 30/09/2024 433 968 611 2.012
01/01/2025 a 30/09/2025 155 467 243 865
Redução % 64,2% 51,7% 60,2% 56,9%

Apesar da melhora, a Dra. Mariana Gama, coordenadora médica da UPA Benedito Bentes, alerta para a importância de manter os cuidados. “É uma boa notícia observarmos essa redução, mas isso não significa que o risco acabou. A dengue é uma doença sazonal, e o mosquito pode voltar a se proliferar rapidamente se houver descuido”, destaca.

A médica também ressalta que as UPAs de Maceió estão à disposição da população 24 horas por dia para o atendimento de casos suspeitos, com equipes preparadas para orientar, avaliar e prestar a assistência necessária a todos os pacientes.

Além disso, a especialista reforça algumas orientações para que a população continue seguindo os cuidados preventivos necessários para redução dos casos suspeitos de dengue, entre os quais:

  • Não deixar água parada em recipientes como caixas d’água destampadas, vasos de plantas, pneus, garrafas ou calhas para eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypti;
  • Realizar limpeza regular de quintais, terrenos baldios e áreas comuns, evitando o acúmulo de lixo e entulhos para manter os ambientes limpos;
  • Aplicar repelente, utilizar roupas que cubram os braços e pernas, principalmente em horários de maior atividade do mosquito (manhã e final da tarde);
  • Procurar a unidade de saúde imediatamente em casos de dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento (gengiva, urina, fezes, nariz) ou sonolência excessiva, pois são sintomas que podem indicar as formas mais graves da doença;
  • Evitar o uso de medicamentos sem orientação médica, principalmente os que contêm ácido acetilsalicílico (como aspirina) ou anti-inflamatórios, que podem aumentar o risco de sangramentos;
  • Ingerir bastante água e líquidos como soro caseiro ou soluções de reidratação, fundamentais no tratamento e na recuperação.

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